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2005.03.13
Começou
o Nacional de Ralis 2005.
Rali
Casino da Póvoa

Ao
pensar no Rali Casino da Póvoa, é impossível não recordar o antigo Rali
Sopete. No início dos anos 80, o Lancia 037 de Carlos Bica, o Renault 5 Turbo
de Joaquim Moutinho, o Escort e, mais tarde, o RS200 de Joaquim Santos
proporcionavam um espectáculo mais emotivo e intenso. Daquele tempo, deixam
saudades as especiais nocturnas em que os sons e as luzes enchiam as noites
frias do Norte. Sem dúvida que as máquinas de hoje não são tão
espectaculares como as do passado. Mas o que se perdeu em espectáculo
ganhou-se, finalmente, em competitividade.
Com
regulamentos que colocam os pilotos numa quase igualdade de circunstâncias
dentro das suas classes, os ralis do campeonato nacional prometem, este ano, o
tão desejado equilíbrio de forças.
Muitas
eram as novidades neste início de época. A transferência do Campeão Nacional
Armindo Araújo para o Grupo N, o regresso a tempo inteiro de Fernando Peres e
Adruzilo Lopes ao Campeonato Nacional, a estreia de Bruno Magalhães na classe
S1600, para além das estreias e transferências de pilotos nos troféus.
À
geral, Armindo Araújo desde cedo deu indicações das suas intenções, ao
ganhar a especial nocturna de sexta-feira com um tempo inferior ao de Miguel
Campos em 3,20 segundos. A partir
daí Araújo dominaria o rali até ao momento em que o Mitsubishi revelou
prblemas de caixa de velocidades. Esse foi o momento escolhido por Fernando
Peres para, no dia do seu 40º aniversário, procurar trazer para casa mais u
motivo de festejo. No entanto, viria ser vítima de um furo lhe gorava as
esperanças.
Ricardo
Teodósio teve uma prova regular, embora afectado por problemas de caixa no
Lancer Evo VII, que o impediram de atacar o segundo lugar.
Na
classe S1600, a Renault conquistou o mais alto posto pelas mãos de José Pedro
Fontes, uma vez que Pedro Matos Chaves, a braços com vários problemas no seu
Clio, não conseguiu mais do que um terceiro lugar. Entre os dois Renault ficou
o 206 de Miguel Campos. O experiente piloto da Peugeot fez uma prova muito
rápida e regular e, apenas uma penalização o impediu de lutar pelo primeiro
lugar. Surpreendente foi a prestação do jovem Bruno Magalhães que mostrou
estar pronto para fazer frente ao seu próprio companheiro de equipa. De
lamentar que fosse forçado a abandonar com problemas ao nível da transmissão.
Classificações:
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Grupo
N
1º Armindo Araújo / M. Ramalho
(Mitsubishi
Lancer Evo VIII MR) 2h10m19,10s
2º F. Peres / J. Dias
(Mitsubishi
Lancer Evo VII) a 19,8s
3º R. Teodósio / P. Primaz
(Mitsubishi
Lancer Evo VII) a 2m08,9s
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S1600
1º
José P. Fontes / Fernando Prata
(Renault
Clio S1600) a 2m57.50s
2º Miguel Campos / C. Magalhães
(Peugeot
206 S1600) 3m06.80s
3º R. Teodósio / P. Primaz
(Renault
Clio S1600) a 3m25.00s
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Citroën
C2 Challenge
1º V.
Pascoal / F. Teixeira 2h24m01.50s
2º A.
Oliveira / J. Duarte a 1m28,70s
3º F.
Gomes / G. Martins a 2m25.70s
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Troféu
Fiat Punto
1º R.
Ferreira / A. Silva 2h25m26.90s
2º F.
Luís / J. Martins a 1m28,70s
3º J.
Ferreira / D. Gouveia a 5m27.20s
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Fórmula
Peugeot 206
1º R.
Ferreira / A. Silva 2h22m37,70s
2º A.
Rodrigues / J. Carvalho a 2m36,60s
3º F.
Gomes / G. Martins a 2m49.30s
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Regional
Ralis Norte
1º José Pedro Miranda / Eduardo Pinto
(Toyota
Celica GT Four)
2º José Marcelino / Manuel Liberar
(VW
Golf GTI)
3º José Pereira / Manuela Pereira
(Toyota
Celica GT Turbo 4WD)
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