2006.06.14

Anos 80: a economia do prazer. 

Os pequenos desportivos.

  

Nas décadas de 60 e 70, as transformações sociais e a prosperidade económica da maior parte dos países desenvolvidos, criaram um ambiente único para o crescimento da indústria automóvel. A imaginação dos carroçadores e engenheiros viveu dias de grande liberdade. Desde os pequenos carros para as cidades cujo espaço e mobilidade se ressentiam do “baby boom”, aos exuberantes GT com raízes nas mais diversas modalidades automobilísticas, passando pelos pequenos e espartanos desportivos destinados ao emergente mercado dos condutores adolescentes, novos modelos nasciam a cada dia e os salões internacionais eram mais agitados do que nunca.

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2005.10.31

Boas recordações. 

Rali de Portugal 83/84.

  

2005 foi um excelente ano para recordar os tempos em que as melhores corridas e os melhores carros de competição também passavam pelo nosso país. Pelos circuitos do Porto e do Estoril passou um grande número de carros que fizeram história nos nossos circuitos e que marcaram os adeptos nacionais.
Mas, como qualquer povo latino que se preze, os portugueses sempre acolheram com mais carinho as modalidades mais extremas em emoção. No início dos anos 80, as serras portuguesas, de Fafe a Sintra, cobriam-se de milhares de pessoas que resistiam ao frio e ao nevoeiro, para ver passar aqueles que são hoje as lendas dos ralis.

Fotos: Elias Marques

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2005.09.28

Bizzarinni 5300 GT Corsa. 

História

  
Giotto Bizarrini, poderá ser um nome desconhecido de muitos. No entanto, as suas mais notáveis criações não são estranhas a nenhum amante dos automóveis.
A carreira do “Inginiere” Bizzarrini ficou marcada pelo seu carácter intransigente, mas mais ainda pela sua genialidade e capacidade inventiva. E menos não seria de esperar das mãos do criador de lendas como o 250 GTO, do motor V12 da Lamborghini e dos Iso Rivolta e Grifo.

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2005.09.28

lister Jaguar. 

História

  
O sucesso da Jaguar em Le Mans nos anos 50, alimentou uma enorme procura de carros Sport com base em componentes Jaguar. Esta procura aumentaria ainda mais depois do desastroso incêndio na fábrica Jaguar, ocorrido em 1957 que marcou o abandono da competição pela marca inglesa e o fim do desenvolvimento do D-Type.

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2005.09.28

Ferrari 500 TRC. 

História

  
Quando pensamos em Ferraris dos anos 50, pensamos em afinados motores V12. Foram esses os motores que fizeram a reputação da marca e que ainda hoje são o ex-libris de Maranello. Mas nem todos os marcantes carros de competição da Ferrari desses verdes anos eram equipados com mecânicas de 12 cilindros. Entre 53 e 56, a equipa oficial da Ferrari fez correr alguns dos seus modelos com motores de 4 cilindros. Durante esses anos, alguns pilotos privados que apostaram nesses modelos, conseguiram resultados surpreendentes tanto em pistas Europeias como Americanas.

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2005.05.16

Alfa Romeo Giulietta Sprint Speciale. 

História

  
A história do lindíssimo Giulietta SS de desenho Bertone, começa, curiosamente, com o aparecimento Sprint Veloce Zagato. Foi em 1956 que, oficiosamente, Zagato fez um Sprint Veloce com um carroçaria de alumínio suportada por uma fina estrutura tubular em aço. A maior leveza deste carro tinha como objectivo o sucesso nas pistas. No entanto o interesse a e aceitação do público relativamente à versão Zagato levaram a Alfa Romeo à decisão de criar um carro com características mais desportivas, a ser comercializado pela Alfa Romeo.

 

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2005.05.16

BMW 2002 Turbo. 

História

  
No seu tempo, o BMW 2002, era um carro dominador. Tanto nas estradas como nas pistas e até nos ralis vencendo, inclusive, o rali de Portugal em 1972 pelas mãos de Achim Warmbold. Para além de uma estética bastante à frente da concorrência, o 2002 contava com um potente motor e um chassis extremamente equilibrado que faziam do pequeno BMW um carro tão prático e fiável na estrada como rápido e ágil em pista.

 

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2005.05.16

Lancia Fulvia Coupé HF. 

História

  
Em 1963 a italiana Lancia substituía o velho Appia por um sedan moderno e de técnica interessante. O Fulvia apresentava como novidades na marca a tracção dianteira, rara na época, e o motor de quatro cilindros em V estreito (apenas 13°), permitindo o uso de um só cabeçote – a mesma solução do venerado motor VR6 da Volkswagen - com duplo comando de válvulas e montado num invulgar ângulo de inclinação de 45°. Esta mecânica, leve, muito compacta e de grande performance apresentava um grande potencial desportivo. O Fulvia, no entanto, era um carro nada compacto ou especialmente ágil. Daí que, dois anos mais tarde, surgia o primeiro Fulvia Coupé.

 

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2005.06.16

Um modesto herói. 

A fantástica história da Saab no mundo dos ralis.

  
Poucos serão os que hoje associam a Saab aos ralis. Mas foi ao volante dos primeiros modelos do construtor sueco que brilharam pilotos míticos como Erik Carlsson, Simo Lampinen ou Per Eklund. Eklund que é, actualmente, o único elo de ligação da marca ao desporto automóvel. Aos 70 anos de idade, proporciona um impressionante espectáculo ao volante dos seus colossais protótipos Saab, com que participa no campeonato europeu de Rallycross.
 

A história da Saab nos ralis começa praticamente com o nascimento do 92. Três semanas apenas após o lançamento deste modelo, o piloto de testes da marca, Rolf Mellde, estava de tal modo confiante no produto que ajudou a desenvolver, que inscreveu um exemplar num rali nacional de Inverno, vencendo-o. Nos anos seguintes ele e o norueguês Greta Molander participaram com os 92 em tudo o que era rali, desde o Monte Carlo aos mais pequenos eventos escandinavos, alternando resultados melhores e piores.

 

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